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Nós, Os Miaus
Os Principes: Luc e Tim

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No dia 25 de Julho de 2009, fomos buscar os nossos gatinhos (com apenas 2 meses) a Olaias. Tim e Luc despediram-se pela última vez da sua mãe e do seu irmãozinho. Era uma linda ninhada de quatro gatinhos, dois amarelinhos alaranjados e dois castanhos acinzentados tigrados; um amarelinho já tinha dono, outro ficou com a mãe e os heróis da história vieram connosco.

Durante a viagem até ao seu novo lar, Tim, o tigrado, irrequieto tentava sair da caixinha de transporte, derretia-nos com as suas patinhas a agarrarem a porta da caixa. Por outro lado, a caixinha parecia ser um novo lar para o seu irmão Luc, com a sua maravilhosa sesta que durou o caminho todo. Os nossos pequenos heróis tinham um quartinho para eles à sua espera, só para eles! Uma varanda no quarto da dona, com imensos brinquedos, trepadores, comida boa, caminhas felpudas e uma caixinha de areia adequada aos seus primeiros momentos para tal. Tim brincava como se nada tivesse acontecido, sempre com alguma curiosidade e receio; Luc dormia e quando acordava, corria a varanda toda à procura da sua mãe.

Depois de tanta brincadeira entre eles os dois, chegou o momento dos miminhos dos donos. A cama da dona era ideal, cheia de peluches… Principalmente para Luc que a maior parte do tempo descansava em cima deles. Tantos mimos que até deu fome! Tim comia a sua deliciosa comida para gatos bebés, Luc não estava com muito apetite, pensámos que era do tipo da comida e servimo-lo com comida para gato adulto, e lá petiscou. Mais tarde habituou-se à comidinha para gatos bebés. Tim e Luc fizeram do dono uma casa de banho, primeiro os miminhos, fofinhos, fofinhos… E aí descarregavam; em cima do pobre dono e em cima da cama! Neste momento ainda se estão a habituar à caixinha de areia, para além de continuarem a fazê-lo nos trepadores…

Agora são felizes no seu novo lar! Esperemos que o Pom (gatinho mais velho da casa, 6 anos) se habitue bem a eles! Porém ainda não o pusemos em contacto com os gatinhos, pois eles ainda são muito frágeis e não sabemos o que lhes pode acontecer!

 

(Madalena)

 
 
 
KI

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O Ki sempre foi um gatinho lindo, saudável e traquinas. Com 15 anos ainda era bastante brincalhão e a estrela principal dos videoclips dos doninhos mais novos!
Pensamos sempre que isto será assim para sempre... Mas infelizmente não é assim.
A vida adora pregarnos partidas quando menos esperamos...
Aquilo que parecia ser um problema de obstipação, veio a revelar-se algo pior e fatal. Nunca esperariamos que aquele dia 3 de Maio de 2009, fosse o princípio do fim da vida do nosso Ki.
Nesse dia, Domingo, Dia da Mãe, o Ki estava mais parado que o habitual. Não comeu praticamente nada, e andava pela casa com contracções na barriga deitando de vez em quando uma bolinha de cócó. A dona Sandra apercebendo-se, tentou ajudá-lo a expelir o cócó que estava duro e causava-lhe dores.
No dia seguinte o Ki parecia estar de novo normal; só que a partir de então, a barriguinha começou a inchar. A dona dava-lhe pasta de malte, pensando tratar-se de obstipação provocada por bolas de pêlo. Mas a barriga não parava de crescer. Finalmente, no dia 26 a dona decidiu que não podia arriscar mais, pois o Ki nessa manhã estava particularmente murchinho. Telefonou para a clínica do alto de Algés, relatando o que se passava com o Ki, ao que lhe disseram que podia lá ir ás 15h. A dona suspeitava que ele tivesse que fazer Ecografias ou Radiografias, pelo que pediu a confirmação se tinham esse equipamento. Ao que lhe disseram que sim, que tinham tudo!
Ás 15h, um TAXI deixáva-nos á porta da tal clínica. Não estando já habituado a estas andanças o Ki mostrava-se nervoso.
Já no gabinete da veterinária, com o Ki deitado sobre o balcão de inox, a doutora fez-lhe o exame básico (auscultação, termómetero,...) apalpou-lhe imenso a barriga; disse que ele estava Muito desidratado e que, no estado dele, deveria ficar internado para fazer exames. A dona perguntou se então ainda podiam fazer os exames naquele dia. Qual não foi o choque, quando a veterinária disse que não tinham lá o equipamento, pois teriam de levar o Ki à sucursal de Almada, onde sim, têm todo o equipamento necessário. A dona Sandra ficou desesperada e disse que estaria fora de questão permitir que o Ki sofresse uma viagem dessas só para fazer uma radiografia e ecografia, pois um gatinho desta idade e no estado em que ele estava não poderia ir agora para Almada, quando aqui em Lisboa há tantas clínicas com o equipamento.
A dona reclamou o facto de a terem induzido em erro pelo telefone. Apesar disso, esta "maravilhosa" e "profissional" clínica ainda teve o descaramento de lhe cobrar a consulta de 5 minutos, interrompida ainda pela saída da veterinária para estacionar melhor o carro! Esta clínica, meus amigos, é interdita a quem gosta dos seus animais.
A dona sabia que algures em Miraflores havia uma outra clínica pois tinha visto o site na NET. O dono veio buscar-nos á saída desta clínica e não tardou a que estivessemos a chegar á clínica veterinária de Miraflores. E foi aqui que encontrámos a assistência e o carinho necessários e eficientes para o nosso Ki.
Nesse mesmo dia ele fez radiografias que acusaram ascite no abdómen e já a apanhar os pulmões. Ficou internado para drenagem do líquido. Fez análises, fez ecocardiograma, ecografia abdominal e os piores diagonósticos confirmaram-se: cardiomiopatia dilatada, e tumor no fígado. Não podia ser uma guerra pior para travar. O estado estava tão avançado que no dia seguinte, quando o fomos buscar, a veterinária Dª Inês, nos disse que ele nunca iria ficar melhor, mas sim o inverso.
Estava nas nossas mãos decidir, e decidimos dar-lhe tratamento paliativo para ainda o termos entre nós o mais tempo possível, enquanto a qualidade de vida fosse aceitável. O Ki passou a ter uma forte medicação repartida por várias vezes ao dia. Ele ainda tinha um comportamento positivo: tinha apetite, bebia água, deslocava-se à casa-de-banho para fazer as necessidades (fazia muito xixi, devido ao diurético que tomava).
Duas vezes por semana ia á clínica receber soro subcutâneo para colmatar a desidratação. Assim foi durante 3 semanas, que foram uma vitória. As veterinárias disseram que nunca esperaram que ele aguentasse tanto...
O Ki adorava uma pasta de suplemento alimentar que engolia em três tempos!
Comia o seu peixinho cozido, pedia goluseimas à hora do jantar, até de quijo fresco ele ficou fã! Mas o estado dele piorou drásticamente a partir do dia 18 de Junho. Ele já tinha por uma ou duas vezes feito xixi no chão por não conseguir chegar à sua casa-de-banho. As pernas de trás entavam a perder a força. A partir deste dia ele já não se levantou mais; ficou praticamente acamado. Fazia as necessidades deitado e ainda por cima miava como que por desespero de não poder ir à casa-de-banho. Perdeu praticamente o apetite e só bebia muita água, mas tinhamos de lhe aproximar a tacinha pois ele já praticamente não conseguia arrastar-se.
Na 6ªfeira ao jantar, o dono preparou camarões cozidos. O Ki ainda teve uma restia de força para se erguer nas patinhas da frente e devorar ávidamente meia dúzia de camarões que a dona lhe ofereceu. Até parecia que já não estava doente. Mas era só o instinto dele e a sua vontade que o fizeram ter força nesse momento. Não melhorou mais. Agora sim, ele esgotara todas as suas forças. Já não podia dar mais de si.
No Domingo, dia 21 de Junho, a dona tomou a dura decisão de dar ao nosso Ki o seu merecido descanso. Telefonou à veterinária Dª Inês, e ficou decidido fazê-lo na 2ªfeira. Dia 22 de Junho, por volta das 11h30 o Ki recebeu a injecção indolor que o libertou do tormento que se apoderara do seu corpo. Nem 5 segundos demorou a operação a que se chama Eutanásia, que significa "Boa Morte". E foi exactamente o que proporcionámos ao Ki. Em pouco menos de 5 segundos ele soltou o seu último suspiro, calmo e sereno...

Pom

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Ki

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Ki
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Como não  temos quintal, pois moramos num 3º andar, o patamar da escada é encarado pelos nossos gatinhos como uma saída até ao jardim. Aqui está o nosso Ki, numa dessas saídas, para apanhar ar!...

KI
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POM
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Eis o POM com poucas semanas de vida, brincando com um dos seus brinquedos preferidos!... O Pom veio para nossa casa em Agosto de 2003. Adoptámo-lo à porta do Pingo-Doce. Estávamos a  entrar para fazer compras, quando duas raparigas nos perguntaram se podiamos ficar com ele. Tinham-no encontrado ali numa rua, mas os pais delas não queriam gatos, por isso... não foi preciso pensar muito, e minutos depois ele já era nosso!
 
Por isso, se as duas salvadoras que nos confiaram este fofinho, estiverem por aí, e chegarem a este site, vejam como o nosso pequenito está tão bem!... E será sempre vosso o mérito de terem estado no local certo á hora certa, para que nós o pudéssemos adoptar!...

Camões

Este gatinho de deslumbrantes olhos azuis é das manas Maria Teresa e Maria Filomena Santana. Elas enviaram-nos esta bela foto do Camões, com dois anos e já pai de quatro filhos!...

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E cá estão os quatro filhotes do Camões!...
Da esquerda para a direita: o segundo gatinho chama-se Patolas e o terceiro é o Manchinhas. São fofinhos, brincalhões e dorminhocos!...
Os outros dois gatinhos, foram dados a novos donos, e daí não terem sido logo baptizados!

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THEO
Homenagem
a um Querido Amigo

Theo, Outubro de 2004
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O nosso Theo teria agora a mesma idade do Ki, se não tivesse morrido, vitima de uma queda viloenta e mortal, da janela do nosso 3º andar, no final da tarde do dia 17 de Março de 1998. Viera para a nossa casa, uma semana depois do Ki. Fomos buscá-lo, no dia 16 de Outubro de 1994,  á União Zoófila, um lugar onde estão imensos animais abandonados, que sobrevivem graças á bondade dos voluntários. O Theo era um gatinho muito timido, quando o fomos buscar. Teria um mês e meio, sensivelmente. Assim que chegámos a casa, escondeu-se atrás da máquina de lavar roupa!... Fomos conquistando a sua confiança, com muito amor. O Ki também ajudou, pois também ele era um recém chegado. Tinha vindo de uma casa particular ( chegámos a ele, através de um clássico anúncio de jornal "Dão-se gatinhos") e estava conosco há uma semana. Logo, logo ficaram grandes amigos!

Ki e Theo
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O theo era um gato muito ágil! Subia o arco de parede da nossa sala, agarrando-se como se estivesse a trepar uma árvore! Tinha uma grande força nas patas dianteiras!... Inclinava a cabecinha de um modo muito especial, para nos escutar... Era um ser muito inteligente. Quando ele morreu, o Daniel ainda só tinha nove meses, e por isso não se lembra muito dele. A Madalena ainda brincou com ele, e chamava-lhe " Tó", porque com dois aninhos ainda não falava muito bem. Eu senti muito a morte do Theo. Chorei muito com o Ki ao meu lado. Levantava-me durante a noite, sem sono, e ia encontrar o Ki, á janela, no local de onde viu desaparecer o amigo. Eu sentia que ele chorava. E ficávamos ali os dois.

Theo e Ki em 1996
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Mas a vida continua. Nunca esqueceremos aqueles que amámos um dia, mas o mais importante é tirar esta lição: devemos aproveitar e disfrutar cada momento do presente, com aqueles que amamos. Para que no fim, só possamos ter boas recordações... como estas imagens que hoje aqui partilho com todos.
 
Carpe Diem, e cuidem bem dos vossos amiguinhos.
 
Sandra Silva

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Companheiros da Paparoca!
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Esta foto "deliciosa" foi captada por Ircília Bento, no momento em que o Raul (gato) tinha um "convidado" muito especial para o almoço! Isto passa-se em Praia Galé (Melides).
 
Que belo exemplo de tolerância e pacífica convivência , não acham?